quarta-feira, 23 de julho de 2008

Iyengar Yoga Aula para Mulheres por Geeta Iyengar

Utthita Trikonasana com bloco vertical no peh direito

Afaste as pernas e leve sua mao direita no bloco, braço esquerdo verticalmente para cima. Se você não tem problema par descer o bloco é um obstáculo. Mas na gravidez se você descer com a mao no chão você comprime o lado direito do abdômen. A mulher deveria se submeter a isso? Nunca e ela deve sempre buscar criar mais espaço para a criança.

Estando saudável leve a mao direita para baixo. Leve a virilha anterior direita para frente que gera espaço. A virilha interna direita move-se para frente. Gire a pelve esquerda para o teto. A pele das costas de trás desce para o chão. Vê como você ganha mais abertura na pelve agora?
Durante a menstruacao a mulher não deve se fatigar pois ela pode ter um fluxo alterado para demais ou de menos.

Uma grávida não pode usar sua forca par girar, mãos no bloco inicie essa ação, crie espaço. Na gestação saiba a técnica e nunca deixe a coxa esquerda cair para frente. Leve a parte anterior da coxa esquerda para trás e veja o que acontece no encaixe da pelve. Ela cria uma compactação e a pelve se abre.

A mesma técnica a postura original não se modifica, estou dando dicas não se trata de uma classe generalizada. Numa classe generalizada eu daria 1º o bloco para cima e depois para baixo. Suponha que o lado direito do tronco não esteja alongando, a cabeça do bebe no lado direito a deixa com uma sensação de peso, leve nesse caso o bloco mais para frente e estenda-se.
Agora para osteoporose.

Coxa esquerda para trás abra o peito. A raiz da coxa alongando sem compressão. Quando você leva a mao para o chão você sente o alongamento da coxa direita diminuir. Pressione o calcanhar direito e a parte interna da planta dos pés. Venha para a parte interna da sola dos pés e alongue toda a perna com ação interna. Com uma paciente fragil de osteoporose use o bloco e mova a virilha para frente. A extensão desde o calcanhar ate a raiz da coxa.

E se você achar que mesmo com o bloco não esta sentindo a extensão? Você alonga do calcanhar ate joelhos, dos joelhos ate o meio da coxa, mas do meio da coxa ate a raiz o alongamento não chega. Daí use o bloco na vertical. Eleve a coxa do meio exatamente para o meio da virilha.
Pergunta: Geeta, o bebe muda de posição? Para o outro lado?
Geeta Iyengar: Sim, fazemos assim quando temos algumas reclamações do tipo: nao consigo andar e ficar em pe.

Demonstração: em uma mulher grávida cujo abdômen esta caindo sobre a criança.
Ela, a gestante, esta se exercitando, mas o bebe não esta se movendo tampouco ganhando espaço dentro.

Ajustes: mao direita num bloco vertical e mao esquerda no assento da cadeira. Eleve o peito e veja como o abdômen gira e ganha espaço. Cabeça direita do osso fêmur fundando no corpo e girando. Quando ela gira o quadril esquerdo ela ganha espaço.Quando ela elevou o abdômen não é realmente o abdômen , ela elevou o lado esquerdo da virilha para cima.Ela esta sem ação lá e pode usar um suporte para ativar essa região ou fazer contra a parede.

Demonstração: Com o corpo mantido na parede
Dessa forma ajudamos as costas, alongamento da espinha ou se muito cansados. Aqui ela tem o suporte e pode fazer as ações com segurança por mais de um minuto.
Toque a parte esquerda na parede, gire. Se ela reclamar de dores nas costas vai para a parede. Se não se sente o movimento pode-se usar contra a parede e uma cadeira para que a cão de giro de tronco aconteça.

Homens também podem melhorar dessa forma. Para rigidez, virilhas fechadas, trazendo o joelho para frente todos esses casos. É um tipo de artrites. Alguns não podem flexionar a perna em Parsvakonasana. Quando se pede para girar o joelho para fora e mover a raiz da coxa para frente eles não conseguem. Essa rigidez chega a alterar as funções orgânicas internas.

Para rigidez nas pelves, calores na menopausa, Utthita Trikonasana, Uthita Parsvakonasana, Virabhadrasana II e Ardha Chandrasana são as posturas que mais ajudam Parivritta Trikonasana não ajuda pois as compressões abdominais irritam bem como todas as torções.
Pergunta: Você pode dar posturas de torção nas fibroses?

Geeta Iyengar: Não. As torções são mais eficazes para dores de coluna e desarranjos no trato digestivo. mas quando o sangramento é maior deve-se evitar as torções extremas exceto Bhraradvajasana e Marichyasana. Você deve ser cauteloso e ver se existe compressão ao não nas torções.

Quando menstruadas as mulher podem fazer Trikonasana, Parva Konasana, Virabhadrasana II e Ardha Chandrasana principalmente se tem dismenorreia. Elas precisam de mais abertura pélvica E com dismenorreia tudo fica mais árduo, pois quanto mais sentam-se e ficam quietas pior.Tadasaa com os pés unidos é ruim, mas alivia com as pernas afastadas.

Dismenorreia é uma ciosa muscular que piora na menstruacao pois os músculos de contraem e não soltam.Afastar e ganhar espaço são um bálsamos nesses casos.Nunca use para essas casos Parivritta Trikonasana, e Pariritta Parsvakonasana. Parivritta Ardha Chandrasana talvez se usarem suporte, pés num banco e apoios aos braços.

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quinta-feira, 17 de julho de 2008

Estudio de Iyengar Yoga na Rua Aperca em Alto de Pinheiros






































































Estúdio R. Aperca 236, Alto de Pinheiros, São Paulo, 05471-010, Brazil

Fale com a AnaLu.

Marque o seu horário.

Site: www.iyengaryogasaopaulo.com.br

Email: analu@iyengaryogasaopaulo.com.br

Cel (11) 9995-5769


Estúdio de Iyengar Yoga Rua Cel Oscar Porto, 836 (metrô paraíso) Matsubara Hotel

































































Estúdio de Iyengar Yoga Rua Cel Oscar Porto, 836 (metrô paraíso) Matsubara Hotel

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Site: www.iyengaryogasaopaulo.com.br

Email: analu@iyengaryogasaopaulo.com.br

Cel (11) 9995-5769



Yoga para Menopausa. Extraído do ABC da Yoga

A menopausa faz parte da vida de todas as mulheres. E o período onde a menstruacao para totalmente. Esse estagio usualmente ocorre entre as idades de 40 e 60 anos e esta associado a mudanças hormonais, físicas e fisiológicas.

Essas mudanças podem ocorrer gradualmente ou abruptamente e podem iniciar aos 30 anos ou tarde como 60 anos. Pode também ocorrer quando os ovários são removidos ou deixam e funcionar. Menopausa não e uma doença, mas um processo natural biológico embora o risco de problemas cardíacos e osteoporose aumente na menopausa.

Os sintomas incluem: menstruacao irregular, mudanças no apetite sexual, calores, secura vaginal, problemas urinários, mudanças na constituição física, alteração de humor, insônia, palpitações, dores de cabeça e dores nas costas. O nível de estrogênio e progesterona são os que mais mudam nessa fase. Nessa fase os ovários produzem menos estrógeno e progesterona.
Estrógeno é o hormônio que prepara o corpo da mulher numa gravidez e é o responsável por muito do desconforto gerado pelas partes do corpo que dependem desse hormônio para estarem saudáveis.

A menopausa e dividida em premenoapusa e por menopausa. Na premenopausa você começa a sentir as mudanças, embora ainda produza óvulos. Nessa fase os calores são sentidos bem como uma certa irregularidades nos ciclos.

Pos menopausa é o período de 12 meses sem produção de óvulos e quando os ovários não produzem mais nem estrógeno nem progesterona.

A menopausa não requer tratamentos médicos pois é um ciclo biológico da natureza da mulher. Os tratamentos da menopausa são direcionados a aliviar os sintomas da menopausa e prevenir alguma doença crônica que possa vir a ocorrer após a menopausa tais como cardiopatias e osteoporose.

Algumas usam de reposição hormonal que ajudam a aliviar os calores na menopausa e a secura vaginal, essa reposição acontece com estrógeno e progesterona. Mulheres que sofreram cirurgias de esterilidade usam estrógeno apenas. Esses tratamentos, entretanto podem aumentar os casos de problemas no coração. Exercícios físicos, dieta apropriada, não fumar, e redução de estresse são eficazes para deixar essa fase mais amena e facilitar a prevencao de doenças crônicas que às vezes chegam aos anos por menopausa.

Aqui uma sessão básica de yoga para a Menopausa:

Kapalabhati / Tadasana/ Pada hastasana / Guerreiro II / Flexão para frente com as pernas afastadas / Trikonasana / Alongamento lateral / Postura da Arvore / Padmasana / Elevação simples de perna, Supta Padanghustasana / Elevação Dupla de Pernas / Bhujangasana, postura da cobra / Postura da Criança / Supta Padanghustasana III / Paschimottansana /Marichyasana / Pavanamuktasana / Savasana /Anuloma Viloma / Técnica Simples de Meditação
Um segundo exemplo de sessão de Yoga para a Menopausa:

Kapalabhati / Tadasana / Surya namaskara / Trikonasana / Prasarita padotanasana / Guerrreiro II / Padamasana / Navasana / Matsyasana / Salabhasana / Dhanurasana / Bidalasana / Ardha Mtasyendrasana / Pavanamuktasana / Savasana / Anuloma Viloma / Técnica Simples de Meditação.

(*) Ambas as sessões acima se encontram detalhadas no www.abc-of-yoga.com/info/article-printer-version.asp?id=1011




quarta-feira, 16 de julho de 2008

Evento Play Yoga Adidas na Bienal São Paulo





















































Veja mais foto em nosso site

Pratique Iyengar Yoga com Ana Lu

Corrida e Yoga por Ryan Allen

Os monges japoneses que vivem nas montanhas Hiei, chamados de monges da maratona, encontraram uma forma única de buscar a iluminação. Durante sete anos o gyoja (atleta espiritual) completa uma árdua jornada de 1000 dias onde faz diariamente 52.2 milhas (o dobro de uma maratona).

Nesse ínterim ele sobrevive em dieta vegetariana e dorme minutos apenas usando a técnica de dormir correndo ao relaxar determinados músculos apenas. Ele se veste com um manto banco, chapéu, sandálias trancadas, e uma corda atada à cintura com uma pequena faca atrelada à mesma. Esses dois últimos objetos são para lembrar o gyoja que caso ele falhe nessa meta ele deve ou enforcar-se ou cometer harikiri (suicídio ao inserir a faca em seu plexo solar).

Essa rotina pede intensa meta meditativa e desafio da morte pela fome. Desde 1885, 46 gyojas completaram suas metas e desde o século 19 não se notou mais insucessos entre esses monges.
Tipicamente, os riscos que acompanham as metas de iluminação levam a conseqüências menos graves. Alguns se tornam para a meditação, orações, natureza, apaixonam-se, os caminhos são variados assim como aqueles que caminham para, ou correm para essa busca espiritual.

Correr já se tornou uma atividade que carrega o estigma de levar a lesões. O impacto repetitivo nos pés nas superfícies causa compressão nos tornozelos, joelhos, quadris e parte baixa das costas. Falta de equilíbrio entre os maiores músculos utilizado também são responsáveis por essas lesões; principalmente canelas inflamadas e a síndrome da banda ílio tibial.

Através do tempo os atletas de elite acabam caindo nos grupos de esportistas machucados em seus tendões, tecidos conectivos. O sistema imunológico também acaba sendo afetado. Na esperança de frear essas conseqüências muitos atletas em Los Angeles estão optando por uma pratica de yoga.

Treinando a corrida com a Yoga

O Instituto Internacional de Medicina Esportiva no oeste de Los Angeles serve de centro de treinamento para muitos atletas de 1ª linha. Brigita Langerholc que ganhou o 4º lugar nos 800 metros nas olimpíadas de Sydney em 2000 incorporou yoga na rotina dela de treinos a mais de 6 anos.” Como atleta eu sempre soube muito sobre alongamento, mas quando entrei para a yoga percebi que havia muito mais a ser compreendido”. Embora tenha melhorado a flexibilidade dela, o ganho maior foram s técnicas de relaxamento e a elevação de consciência na respiração e seu papel.

Dr. Christopher Vincent e um dos treinadores desse centro e um medico residente especializado em medicina esportiva. Os corredores de longas distancias tendem a criar tensões enormes na área do peito, ombros, e parte alta do pescoço; bem como fraqueza nos tornozelos e quadris. O foco no fortalecimento dos pés com a yoga é muito bem vindo a esses corredores. Quando os médicos do centro são avisados que se trata de pacientes corredores a 1ª coisa a ser vista são seus pés e a forma como se posicionam e trabalham nas posturas.
Dr. Vincent também salienta que a yoga ajuda esses atletas a trabalharem seu centro de forca uma vez que acabam usando apenas os músculos maiores enquanto os estabilizadores (tendões, ligamentos, e músculos menores) são negligenciados. Através da yoga o equilíbrio e para a coordenação são desenvolvidas.

Dottie Candler é uma das instrutoras dos corredores no centro. Ela foi uma das 1as professoras a certificar-se pelo método Bikram e uma das professoras sênior desse método antes de iniciar seus estudos com Ana Forrest. As classes de Candler dão ênfase no que conquistou com o conhecimento de seus professores anteriores e trabalha alongamento e forca com especial atenção ao centro abdominal de forca.

Candler coloca esses corredores em postura de Virabadrasana (guerreiros) para abrir seus quadris e também adhomuka svanasana (cachorro boca abaixo) para alongar os músculos posteriores das coxas. Mas aulas dela ajustes são dados especificamente para corredores, por exemplo: elevar o dedão do pe nas posturas de Virabhadrasana I e I, para tirar a pressão do joelho flexionado. Candlre ainda lamenta que alguns atletas ainda vêem a yoga como uma forma de reequilibrar os músculos apenas e não como são abrangentes os temas da respiração, forca, equilíbrio.

Uma pratica de pranayamas ajuda a aumentar a capacidade dos pulmões que ira beneficiar a desempenho dos atletas. Embora hoje os atletas sejam instruídos a respirar pelos seus narizes (na passada eram instruídos a respirar pela boca), na pratica muitas vezes faz-se necessário inspirar pela boca e exalar pela boca enquanto se resfriam.

Inalar pelo nariz ajuda a reconquistar o controle da respiração enquanto exalar pela boca ajuda na expulsão de mais CO2 deixando o corpo não reter esse excesso de CO2. A pratica de yoga prescreve essas técnicas: respiração nasal durante a pratica e respiração shitali para resfriar o corpo; aqui você curva a sua língua e respira par dentro e para fora.

Muitos corredores e tri-atletas de Los Angeles são atraídos for Yoga e Spinning em Venice por causa dos aspectos de cross-trainning com a yoga. Kimberly Fowler, que administra e o proprietário do estúdio e um profissional tri-atleta que se voltou ao yoga para cuidar de uma lesão no quadril e encurtamento dos músculos posteriores das pernas e psoas. Ela menciona que o yoga leva os atletas a adquirirem ciência de seus desequilíbrios e tabalharem a partir daí.

As aulas dela levam os alunos a abrirem seus quadris com posturas que flexibilizam os flexores de quadris e levam os joelhos a subirem mais e darem mais passadas longas. La também instrui alunos a desenvolver forca abdominal para proteger suas lombares nas flexões para frente, o savasana relaxa e acalma o ssitema todo nervoso e a mente.

Fowler menciona uma assiduidade de 3 vezes na semana e muita permanência na postura preparatória do eka pada rajakapotanasana, chamada de iguana.

Em marco 20 mil corredores de Los Angeles irão participar da maratona em LA e com suporte da área da comunidade do yoga. Também é oferecido aulas semanais para corredores pela Heidi Skvarna.O foco nas aulas e criar essa ferramenta da yoga para corredores e mencionar aos estudantes que podem colocar uma intenção nas suas praticas e que podem estender essa intenção nas suas corridas para tirarem o foco das dores e desconfortos.

E, trazendo a atenção à respiração Skvarna propõe a seus estudantes uma forma de ficarem conectados com a sua pratica, sua corrida, caminhadas, quotidiano e relaxados nas situações de estresse.

Corrida, Yoga e Ayurveda
Dr. John Douillard e ex-atleta de ironmen e hoje pratica ayurveda, e quiropraxia na medicina esportiva. Sua abordagem de bem estar e saúde e baseada nessa medicina de 5mil anos atrás que fala de integração de mente, corpo, respiração, conforto e dinamismo dessas atividades coexistentes no silencio.

Na opinião de Duillards a yoga e a forma mais completa de levar a essa integração. “Quando “correndo os atletas referem-se a “estar na zona” ou a sensação de” runners high”. Nesse estado a mente chega num ponto de ondas alfa que freqüentemente estão presentes na meditação.
O método de Duillard é levar seus seguidores a essa sensação em cada corrida.

Douillard propõe que se atinja essa zona de conforto no inicio de sua atividade e possa estender essa sensação para mais tempo. A sugestão e iniciar com saudações ao sol para corrigir e equanimizar as respirações e cultivar o equilíbrio de mente, corpo respiração. Com 30min de saudações ao sol o corredor já chega a atingir um padrão de respiração nasal apropriado e aquecer seus músculos.

Dessa forma no inicio dos 30 min. de corrida o corredor não se perde tentando achar a sua respiração, e após a corrida terminar com saudações ao sol pode-se treinar a levar o estado alfa no dia a dia.

Outro aspecto da auyrveda que Dr. Douillard usa são os princípios ayurvedico de vatta, Pitta e kapha que desenvolvem programas de exercícios apropriados para pessoas com biótipos diferentes e encaixam eles num processo descontraído.

Por exemplo, os que têm vatta predominando acabam trinando alem de suas possibilidades; os Pitta são altamente competitivos e atem-se mais as metas finais que aos processos e kapha pode ter falta de motivação. A meta e manter o processo desfrutável sem perder-se nos resultados finais.

Corrida também é Yoga?
Por causa das lesões atribuídas nas corridas dizem que yoga é muito bom ais corredores, mas que a corrida não é boa para o yoga. Alguns instrutores de yoga pedem para que abandonem a corrida inclusive.

Matthew Reyes não concorda com o ponto de vista da anti-corrida. Reyes é um professor no estúdio Maha em Brentwood e mentor da LA Leggers , grupo de corredores de elite de performance de 7,5 milhas por minuto.

Ele também ensina tênis, pratica softball 2 vezes na semana e também treina musculação para a parte superior do corpo. Para ele yoga eh uma fatia da torta, mas ele também se delicia com inúmeras outras atividades. Ele menciona que a yoga e a fortaleza que trabalha mente e corpo em conjunto que pode levar ele a desfrutar por mais tempo das demais fatias da torta. Reyes encoraja seguidores a partilharem os treinos de corrida com a yoga numa razão por exemplo de 60:40.

Ele vê muita coisa boa advinda do condicionamento da corrida e da abertura da yoga.
A corrida cultiva forca cardiovascular e a yoga ensina e cultivarmos o controle desse coração através da respiração. Sobre o julgamento que ocorre sobre os corredores ele avisa que depende do seu objetivo: se for colocar a perna atrás da cabeça a yoga não ajudara em nada.

O belo consiste em tornarmo-nos pessoas mais equilibradas e iluminadas como um Ser integro. Ele não imagina o porquê de yogues tão flexíveis mantém a mente tão dura em relação à opção dos corredores.
Isso evoca a pergunta: correr e yoga? Shiva Rea não considera a corrida como algo separado de sua pratica de yoga.

Ela corre nas montanhas próximas de Malibu algumas vezes na semana para cultivar a sua histamina e circulação. A respiração mais acelerada combina com a pratica de pranayama e expulsa o ar com forca num processo também purificador e de foco. Ela coloca isso como o treino da peregrina que aumenta a estatina e a forca para a jornada da vida peregrina. Mas a parte mais gostosa é poder estar num ambiente livre e comungando com o meio da natureza.

Um yogue serio leva a sua pratica para fora de seu mat a todos os setores de sua vida. No caso dos monges da maratona, talvez após esses 7 anos de prova eles não tenham a intenção de fazer outra coisa que não seja silenciar e meditar. Enquanto os yogues falam dos corredores mais e mais yogue estão engrossando a lista de pessoas com lesões de todas as naturezas. Ambos podem aproveitar mais as suas praticas focando internamente nas suas respirações, sentimentos e emoções e menos no corredor a frente e mat ao lado.

“O homem sábio deixa tudo ir
Resultados bons s eruins
E foca-se na ação apenas
Yoga e ação consciente” , Bhagavad Gita